HELENA SAMARA

Na verdade se chama Lia Kalme, Helena Samara é seu nome artístico.
"Eu me chamo Lia Kalme. O sobrenome é de origem letoniana. Sou mineira de Belo Horizonte, mas fui criada em São Paulo. Minha mãe tinha uma fábrica de chapéus na região da rua 25 de Março, no centro. Um dia, olhando pela janela, vi o letreiro de uma loja chamada Tecidos Samara, e disse: “mãe, quando eu trabalhar em rádio, vou me chamar Lia Samara. Eu tinha 14 anos, mas já sabia que queria ser artista e ela achava que era um sonho impossível. Como na época em que comecei tinham muitas Lias, me deram o nome de Helena Samara. Hoje estranho quando alguém me chama de Lia".
Essa dubladora consagrada fez um trabalho genial como a Bruxa do 71, quem não morre de rir, com a Dona Clotilde falando "Boneco!" ou "Só o seu perfume, já me incendeia" ou "Seus olhos são de colibri, eles me fascinam" ou "Com li-cen-ça!" ou "Seu Madruga, que tal o senhor e eu, irmos quebrar a pichorrinha?" ou "Da parte de quem?"
"Quando larguei o escritório do estúdio de dublagem, fui visitar alguns colegas dubladores no SBT, que ficava ainda na Vila Guilherme, nos anos 80. Ali, brincando com os colegas, o diretor Marcelo Gastaldi, que também faz a voz do Chaves, me convidou para fazer a voz da Bruxa do 71. Até hoje, é uma personagem que me dá muito sucesso. Depois disso, trabalhei no escritório do estúdio de dublagem Megasom, na Vila Mariana por oito anos. Lá fiz poucos trabalhos porque atuava mais na administração".
Helena coleciona sucessos no meio da dublagem, como, por exemplo, Wilma Flintstone (a mulher do Fred) e Endora (a mãe da Feiticeira).
Sempre que pode também vai a eventos e lançamentos que tenham a ver com CH.
"Eu me chamo Lia Kalme. O sobrenome é de origem letoniana. Sou mineira de Belo Horizonte, mas fui criada em São Paulo. Minha mãe tinha uma fábrica de chapéus na região da rua 25 de Março, no centro. Um dia, olhando pela janela, vi o letreiro de uma loja chamada Tecidos Samara, e disse: “mãe, quando eu trabalhar em rádio, vou me chamar Lia Samara. Eu tinha 14 anos, mas já sabia que queria ser artista e ela achava que era um sonho impossível. Como na época em que comecei tinham muitas Lias, me deram o nome de Helena Samara. Hoje estranho quando alguém me chama de Lia".
Essa dubladora consagrada fez um trabalho genial como a Bruxa do 71, quem não morre de rir, com a Dona Clotilde falando "Boneco!" ou "Só o seu perfume, já me incendeia" ou "Seus olhos são de colibri, eles me fascinam" ou "Com li-cen-ça!" ou "Seu Madruga, que tal o senhor e eu, irmos quebrar a pichorrinha?" ou "Da parte de quem?"
"Quando larguei o escritório do estúdio de dublagem, fui visitar alguns colegas dubladores no SBT, que ficava ainda na Vila Guilherme, nos anos 80. Ali, brincando com os colegas, o diretor Marcelo Gastaldi, que também faz a voz do Chaves, me convidou para fazer a voz da Bruxa do 71. Até hoje, é uma personagem que me dá muito sucesso. Depois disso, trabalhei no escritório do estúdio de dublagem Megasom, na Vila Mariana por oito anos. Lá fiz poucos trabalhos porque atuava mais na administração".
Helena coleciona sucessos no meio da dublagem, como, por exemplo, Wilma Flintstone (a mulher do Fred) e Endora (a mãe da Feiticeira).
Sempre que pode também vai a eventos e lançamentos que tenham a ver com CH.